Crédito a longo prazo conquista a confiança dos brasileiros

A forte ampliação do crédito para a compra de veículos e imóveis, a cada dia rouba mais espaço de outros métodos de financiamento. Como o bolso do brasileiro continua igual, há menos dinheiro para parcelar produtos como móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Po enquanto, não há especulações sobre o varejo, já no primeiro semestre de 2010, houve uma alta de 11% sobre as vendas dos estabelecimentos em comparação com o mesmo período de 2009. Mas, em relação ao mês anterior, eletrodomésticos e móveis vem perdendo espaço para outros segmentos.

No mês de abril e maio, respectivamente, as vendas do comércio tiveram uma alta de 1,5% e 1% em relação ao mês anterior. O segmento de eletrodomésticos e móveis, teve uma queda de 0,3% e alta de 0,6%, respectivamente. Dados do Banco Central, apontam que a tendência deve se intensificar, o que acreditam os especialistas, fará com que as empresas de varejo se adaptem aos números.

Em um ano finalizado em junho, os empréstimos para a compra de imóveis teve uma alta de 44% e os para a aquisição de veículos cresceram 34%. No mesmo período, o crédito para outros segmentos, que vão desde eletrodomésticos a eletroeletrônicos, subiu somente 2%.

Segundo informações do Banco Central, as operações a longo prazo (mais de 3 anos), subiram 42% em 1 ano encerrado em maio. Os financiamentos de prazo baixo (de 6 meses a 1 ano) cresceram 15%. E os empréstimos com valor superior a R$ 50 mil teve uma alta de 34% no período e os financiamentos de até R$ 5 mil elevaram a 13%.

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